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Copa do Mundo FIFA sex, 26 Jun 2026

Senegal 5 x 0 Iraque

Copa do Mundo FIFA: Criada em 1930, com a primeira edição no Uruguai, é a maior competição de seleções do mundo e o torneio de maior audiência do planeta. O Brasil é o único pentacampeão, com títulos em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002, seguido de Alemanha e Itália com quatro cada. Realizada a cada quatro anos, passou de treze para 32 seleções ao longo do tempo e chega a 48 participantes a partir da edição de 2026, sediada por Estados Unidos, México e Canadá.
Para consultar o histórico do campeonato, acesse: Arquivo da Bola - Copa do Mundo FIFA (abre em nova aba)
Senegal: Os Leões de Teranga se apresentaram ao mundo de forma espetacular: na estreia em Copas, em 2002, na Coreia do Sul e no Japão, venceram a então campeã França por 1 a 0, com gol de Papa Bouba Diop, numa seleção formada quase toda por jogadores do futebol francês, e chegaram às quartas de final, eliminados pela Turquia com um gol de ouro. El Hadji Diouf era a estrela daquele time, que tinha como capitão Aliou Cissé. Em 2018, protagonizou um caso inédito, ao ser eliminado na fase de grupos pelo critério de cartões. O primeiro título africano veio na Copa Africana de 2021, disputada em 2022, com Cissé, já como técnico, e o pênalti decisivo de Sadio Mané contra o Egito, depois de duas finais perdidas, em 2002 e 2019. Mané e Kalidou Koulibaly são os maiores nomes da geração recente.
Iraque: A história do futebol iraquiano é inseparável da história do país. Em 1986, em plena guerra com o Irã e mandando seus jogos fora de casa, a seleção treinada pelo brasileiro Evaristo de Macedo disputou sua única Copa até então, no México, onde Ahmed Radhi marcou o único gol, contra a Bélgica. Nos anos seguintes, jogadores relataram punições e torturas sob o comando de Uday Hussein, filho de Saddam, à frente do esporte no país. O momento mais marcante veio em 2007: em meio à violência sectária após a invasão americana, o Iraque, dirigido pelo brasileiro Jorvan Vieira, conquistou a Copa da Ásia com um gol de cabeça de Younis Mahmoud contra a Arábia Saudita na final, título comemorado por xiitas, sunitas e curdos. Também tem quatro Copas do Golfo e voltou ao Mundial em 2026, 40 anos depois.